…se você não sabe receber elogio pelo seu vestido sem dizer (algo como) “ah, isso é um mulambo velho”

Do livro: Du vet att du är svensk…
Veja os outros posts da série em Ser sueco é…
…se você não sabe receber elogio pelo seu vestido sem dizer (algo como) “ah, isso é um mulambo velho”

Do livro: Du vet att du är svensk…
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…se você leva marmita com almoço para o trabalho

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Claro que no Brasil não existe racismo! Isso foi algo que colocaram na sua cabeça! Segue abaixo um vídeo auto-explicativo. (via Conexão Brasília Maranhão)
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Semana passada tivemos um seminário com um convidado especial. Philip Arvidson é ex-aluno da graduação IMD que hoje está no mercado de trabalho. Ele trabalha na agência de comunicação Futurniture, responsável por algumas campanhas da IKEA, IF, Sida, Brio, SMHI etc.
Diferente de Peter Siljerud com as 10 IT trends, Arvidson trouxe para os alunos uma apresentação sobre tendências para internet focadas em campanhas para web. Além disso, introduziu termos como Prosumers (producers e consumers), User Generated Content e Webb 2.0 como ferramentas para os cases que iria apresentar mais a frente.
Um outro ponto apreciado pelos alunos foi a apresentação de casos do que chamamos no Brasil de Marketing Viral (campanhas que se “reproduzem” como virus com ajuda, por exemplo, de mídias sociais). Ele sublinha que existem quatro pontos para que o marketing viral dê certo:
Engajar os prosumers com questões que tocam
A Futurniture produziu uma campanha a fim de conscientizar a população sobre a injustiça das ajudas humanitarias. A campanha pretende mostrar que os países pobres fornecem muito mais riqueza aos países já ricos do que recebem em forma de ajuda/assistência financeira.
Para isso, criaram um vídeo onde o povo de algum país africano pede ajuda financeira para a “pobre” Suécia (mostram produtos suecos, danças nativas e fotos da população necessitada). O vídeo é rodado na língua nativa do país africano e faz campanha para o site Help Sweden, o qual pessoas podem ajudar os pobre suecos.
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Ao entrar no site, os usuários terão uma pequena surpresa. Deixo para que vocês confiram. Só peço a todos que visitarem o site para assinar a lista. Quem chegar lá e clicar em algo, vai entender.
Extremo entretenimento
Para o ponto 2, Philip apresentou duas campanhas em vídeo, uma da vodka Absolut e outra do chocolate Cadbury (abaixo). Deixo para o julgamento de vocês, mas a da Absolut realmente não mexeu com tico e teco. Não gostei. Já a do chocolate…humm achei bem legal.
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Segundo Arvidson, é muito fraca nesse tipo de publicidade a ligação da marca com a campanha produzida e que muitas vezes é apenas o logotipo em algum canto da tela que cumpre esse papel. Mas é justamente por seu papel inovador que este tipo de campanha torna-se eficaz para que seja espalhada pelos usuários que acharam interessante.
Deixar o usuário ser o ator principal
Neste ponto, sites utilizam por exemplo as mídias sociais e mesmo web cameras para permitir que o usuário controle, ou melhor, participe da publicidade e com isso (ao se ver na publicidade) espalhe o conteúdo para os amigos por meio de emails ou rede de relacionamentos.
Exemplos disso podem ser vistos em execução na campanha da Philips (Manligsårbarhet ou Vulnerabilidade Masculina, em português) onde você pode pegar uma foto do seu computador, ou tirar na hora com ajuda da sua web câmera, escolher um texto gravado já disponível e usar a boca que o site te oferece (já com o texto). Pronto. Você é o ator principal da publicidade. Ao final, você poderá espalhar esta publicidade entre seus amigos do Facebook.
Enganar o usuário com mensagens camufladas
Essa é uma das artimanhas que pode ser considerada uma faca de dois gumes. Primeiro porque muitos usuários/consumidores podem se sentir enganados e tomar aversão à marca. Enquanto que outros podem adorar a forma como o produto/a marca é/foi apresentada.
Um dos exemplos que Arvidson apresntou foi a campanha criada pela agência Goodby Silverstein & Partners para o jogo Mario Land Shake it. A agência não queria apenas criar um vídeo do jogo e colocá-lo no youtube. Desta forma, ele seria apenas mais um na multitude de vídeos inseridos no site diariamente.
Com isso em mente, decidiram usar o que o jogo tem de interessante (os pulos e os movimentos de Mario) para destruir a interface do youtube. Enquanto você pensa que está apenas assistindo a um vídeo de um jogo, cada vez que Mario quebra algo no vídeo, um pedaço da página do youtube se destroi. O vídeo original (que hj não está mais em funcionamento) recebeu mais de seis milhões de visitas! Isto mesmo, 6 000 000! de visitas.
Ficaram curiosos? É possivel ainda ver o vídeo Mario Land Shake it – Amazing Footage na página da agência e ao mesmo tempo ouvir como a equipe responsável pensou a estratégia de marketing. Divirtam-se.
O vídeo abaixo foi ripado do próprio youtube enquanto o original estava no ar.
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Em um próximo post, comento outras dicas de Philip Arvidson para campanhas na Web.
Pode parecer bobagem, mas cada avanço meu, seja no sueco como em qualquer tipo de trabalho/esforço que faça por aqui, festejo com entusiasmo. Minha aprovação no curso Introdução a Técnica Midiática (Medieteknik) levantou o moral.
Ontem, ao receber o trabalho corrigido fiquei ainda mais feliz em ver os pouquíssimos, para não dizer raros, erros de sueco e ainda um bilhetinho em um post-it amarelo no final do trabalho onde dizia algo como:
G
Bom!Você escreve minuciosamente e bem. Alguns erros gramaticais aqui e ali que se corrigidos poderiam tornar o texto ainda melhor. Bom manejo com as referencias, mas verifique as referencias digitais diretamente no texto.
Durante este semestre tenho quatro cadeiras que compõem o curso de Técnica Midiática (TM). A nota para cada cadeira está entre aprovado (G) e não aprovado (IG). Ao final do semestre, a média das cadeiras dará a nota do curso TM.
Agora é esquentar os tambores para a apresentação do nosso trabalho de grupo amanhã e a defesa na sexta. Assim que apresentar, publico aqui nossa produção.
Uma hora de sono a mais é sempre em vinda. Principalmente quando se sabe que horas são. Entramos no horário de inverno e nos perdemos nos “tic-tacs” digitais…
Segundo os nativos, tá na hora de guardar os móveis do jardim , atrasar os relógios (quando esses não mudam sozinhos :p ), sentir falta do verão e aproveitar ainda as horas de luz que nos resta.
O clima esta semana foi péssimo, feíssimo e cinza até dizer chega. Quero ver o azul do céu e se der sorte com um pouquinho de sol. Fico feliz. Não vejo a hora da neve chegar.
Post bagunçado, bem despretencioso, mas bom..é outono, a árvore que fica em frente a nossa varanda (foto abaixo) está lindamente amarela e as ruas estão molhadas da chuva. Estou de pijama, acompanhada de uma enxaqueca chata e comemorando a minha aprovação na primeira das quatro partes do curso desse semestre.
Saltitante…

Árvore em frente a nossa varanda. Foto tirada 27/10/2009
A teoria do divertimento é baseada em mudanças de comportamento para melhor através do divertimento.
“Faça por você mesmo, pelo meio ambiente ou algo inteiramente diferente, a única coisa que interessa é que mude para a melhor”
Esta é a mensagem do site Rolighetsteorin/The Fun Theory, uma iniciativa da Volkswagen que premia com 2500 € a melhor idéia ou invento que consiga provar a Teoria. As inscrições vão até dia 15 de novembro e os 10 finalistas participam de uma festa em dezembro em Estocolmo onde o vencedor será anunciado.
Dois vídeos já estão disponíveis para visualização:
O primeiro diz:
Podemos fazer com que várias pessoas escolham a escada tornando-a divertida?
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Já o segundo descreve a mais profunda lixeira do mundo:
Podemos fazer com que mais pessoas jogem lixo na lixeira através de algo divertido?
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As regras do Concurso:
Prove de qualquer forma que o divertimento é a forma mais simples para mudanças e melhoramentos. Para você mesmo, para o meio ambiente ou para o que você quiser. As contribuições devem ser descritas em texto e em alguma forma de visualização (seja em desenho, fotos, imagens ou filme do protótipo. Você é quem decide de que forma sua contribuição será melhor apresentada.
Uma das coisas que traz mais gente aqui para o blog é a busca por nomes suecos. Em 2008, fiz um post com o ranking dos nomes mais escolhidos para os recém nascidos em 2007 na Suécia. A lista dos nomes de 2008 já saiu desde o início do ano (este post estava guardado há tempos!
).
O Na Terra dos Vikings, então, desenterra a lista e apresenta Maja e Lukas como os nomes mais populares entre os suecos em 2008.
Segundo o site Allt om Barn, o nome Maja sempre esteve entre os preferidos durante os anos 2000, mas nunca conseguiu chegar no topo. Em 2008, 783 pais deram o nome Maja as suas filhas, o que fez com que o nome ficasse com o primeiro lugar dos mais populares naquele ano.
Já na lista masculina, o nome Lukas subiu do quarto lugar em 2007 para o primeiro em 2008. No total, 1001 meninos receberam este nome no ano passado.
O site afirma que poucos são os pais que ativame
nte escolhem os nomes que se encontram no topo. “É uma grande tendência que os pais prefiram evitar nomes que estão no top-10. Hoje em dia, não queremos ser mais um na multidão”, conta Anders Malmsten, organizador da lista.
As novidades do top-10 2008 ficam por conta dos nomes Elsa, que subiu da décima primeira posição para o quarto lugar, Alexander e Isak, que retornam a lista dos mais populares. Os nomes que desapareceram do top-10 2008 foram Ida e Ebba assim como Emil e Anton.
Ainda de acordo com o Allt om Barn, em 2008 foram utilizados 18 819 diferentes nomes em crianças. “Apenas”, 6337 crianças receberam nomes únicos, ou seja, ninguém além desses mais de seis mil recém nascidos terão homônimos nascidos no mesmo ano.
Topo os nomes em 2008
1. Maja (2) Quantidade: 783
2. Julia (4) Quantidade: 759
3. Emma (5) Quantidade: 753
4. Elsa (12) Quantidade: 727
5. Ella (3) Quantidade: 726
6. Alice (9) Quantidade: 692
7. Linnea (8) Quantidade: 666
8. Alva (10) Quantidade: 656
9. Vilma (1) Quantidade: 635
10. Klara (14) Quantidade: 603
1. Lukas (4) Quantidade: 1001
2. Oskar (3) Quantidade: 972
3. Elias (2) Quantidade: 869
4. William (1) Quantidade: 856
5. Hugo (5) Quantidade: 795
6. Alexander (12) Quantidade: 783
7. Erik (7) Quantidade: 713
8. Filip (8) Quantidade: 709
9. Isak (9) Quantidade: 709
10. Viktor (6) Quantidade: 705
Nota: 2007 em parênteses
Vocês também podem conferir a lista dos 100 nomes (masculinos e femininos) mais registrados em 2008/2007 na Suécia
Imagem: Metro
A novidade está em funcionamento desde ontem, 13 de outubro, no aeroporto de Manchester, no Reino Unido. O raio-x corporal mostra o passageiro completamente sem roupa. O argumento é que o controle de segurança torna-se mais eficaz ao deixar de lado a revista nos passageiros.
Na tela, vê-se os contornos nus das pessoas, eventuais objetos metálicos escondidos, aumento de seios assim como a silhueta em preto e branco dos orgãos genitais. A direção do aeroporto afirma que as imagens são analisadas em um local seguro e que não são salvas.
“As imagens em raio-x fazem com que o incomodo de tirar as roupas na hora do controle acabe. Mas as imagens não são nem eróticas nem pornográficas e não serão arquivadas”, explica Sarah Barret, customer manager do aeroporto à BBC.
O aparelho custa aproximadamente 80 mil libras (R$ 221 mil). Segundo a reportagem do Metro, os raios emitidos pelo aparato são completamente inofensivos para quem é fotografado.

Comecei a pensar nesse post ainda no trem de volta para casa. Pena que muita coisa se perdeu na minha mente. Mas o que queria dizer é que a sensação de não fazer parte de um grupo está me incomodando imensamente . Não falo especificamente um grupo de trabalho, mas da turma com a qual estou estudando. E essa sensação é muito chata.
A sensação de não pertencer a algo, ou não ser/estar incluida em, é muito estranha. Acreditem, não é uma relação passiva. Eu me esforço. Mas bom, esforçar não é bem a palavra que eu gostaria de descrever meu comportamento. Esforçar para mim significa fazer força para conseguir algo. Eu não estou fazendo força, estou sendo eu mesma. E talvez seja esse o meu erro.
Não sei, mas na minha cabeça tudo anda muito confuso.
Só sei que estou cansada. E triste. Poderia elencar as coisas que me fazem ficar desta forma, mas soaria muito mais como “tadinha, pobrezinha, não tem amigos na escola”. Nunca gostei dessa posição.
Uma coisa é que percebi que cada vez que vou para a faculdade e volto ouvindo músicas queridas tenho mais saudades dos meus amigos (e os olhos enchem de lágrimas). Talvez seja também pelo fato de eu não estar enturmada (o que não exclui a saudade dos amigos quando ouço as músicas!). Mas essa relação de não ter com quem dividir o conhecimento, tirar dúvidas e mesmo discutir me faz pensar em como sinto falta de ser acolhida pelos meus queridos.
A vontade que dá é a de pegar o primeiro avião rumo à Recife só para poder se sentir querida em um grupo que sei que não vai me “julgar” pela minha origem, questionar meu saber por causa dela ou ser vista como uma pessoa que não domina o idioma que o restante está acostumado a ouvir.
Um exemplo da questão do idioma é o caso de um dos nossos professores, que é francês. Ele mora aqui há 10 anos e ainda precisa parar para refletir alguns segundos antes de dar alguma informação mais profunda. Ouvi comentários de algumas figuras da minha sala dizendo que é muito dificil (senão horrivel) assistir uma aula dele pois fala errado e tem um sotaque muito forte. Além disso, ainda ficaram fazendo gracinhas de alguma palavra que ele pronuncia diferente ou que fala errado.
Isso pode parecer bobeira, mas o fato de eu ter outra língua materna que o sueco, falar com sotaque, precisar refletir antes de falar (para que tudo saia correto aos meus ouvidos) e mesmo depois de todo esses esforço ainda falar errado, a crítica ao professor mexeu comigo. Até porque, gosto dele.
Tento não me importar, mas é difícil deixar esse sentimento passar desapercebido. Fico e estou triste, é fato.
Mas…dia 19 começaremos um primeiro grande trabalho em grupo. Se eu não em engano, será um projeto onde iremos criar um perfil gráfico para alguma empresa/produto/cliente fictíci@. Será uma oportunidade de ou tirar essa má impressão criada/causada nesses quase dois primeiros meses de aula ou de confirmar tudo. Vamos ver no que dá.