Em todos os grupos em que participei na vida, seja de escola, universidade ou amigos, sempre fui a mais nova. Sempre tive esse lado (ou hábito, ou o que vocês queiram chamar) de me relacionar com pessoas mais velhas. Sempre me identifiquei mais com pessoas com mais idade do que eu do que com meus equivalentes.
Dessa vez, parece que a coisa vai mudar um pouco de rumo. Quando me inscrevi para as graduações, sempre tive em mente que iria estudar com pessoas saídas do segundo grau (não necessáriamente 17, 18 anos – já que normalmente suecos “dão um tempo” após o final dos nove anos obrigatórios do ensino fundamental e médio).
Então não é um alarde enorme descobrir que em meu grupo, ou melhor, sub grupo (o professor dividiu a sala em 4 sub grupos no intuito de poder discutir melhor os textos distribuídos), eu sou a mais velha. Ou que tem mais idade, ops!, experiência, diria minha mãe.
Isso não é problema algum para mim, mas de qualquer forma, mexe um pouco.
No total, somos 65 alunos na graduação (IMD-09), mas em alguns seminários, chegamos facilmente a 120, quando alunos dos cursos independentes (friståendekurs) se juntam ao grupo. Difícil é guardar o rosto de todos, já que nomes eu nem considero conseguir lembrar nesse primeiro momento.
Ainda não fomos apresentados. E nem acho que seremos. Mas espero poder me entrosar logo (mesmo tentando percebo que não é fácil se fazer amizades com meus colegas de grupo), já que acho um saco ficar das 10h às 16h (ou mesmo até as 17h) “sozinha” ou sem falar com ninguém. Mas bom, espero que essa minha impressão seja apenas primeira impressão e que logo logo eu esteja falando muito sueco com colegas de classe.
- A palavra em sueco do dia é äldst [éldst], o(a) mais velho (a)


culturas é muito gratifi





